Eis a opinião do jornalista norte-americano de origem argentina, autor do recém-lançado "Los Estados Desunidos de Latinoamérica" (editora Debate), ainda inédito no Brasil, e de "Contos-do-Vigário" (editora Record, 2007): para ele, antes de o Brasil se empinar negativamente frente às eleições de Honduras, deveria se calar em relação à Cuba, que não é lá muito democrático e que recebe seu apoio. Achei um tanto quanto americanizado esse argumento, até porque os EUA não são o maior exemplo de concordância entre retórica e ação. Mas concordo, pois há que se analisar cada caso como um caso.
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