Eis a opinião do jornalista norte-americano de origem argentina, autor do recém-lançado "Los Estados Desunidos de Latinoamérica" (editora Debate), ainda inédito no Brasil, e de "Contos-do-Vigário" (editora Record, 2007): para ele, antes de o Brasil se empinar negativamente frente às eleições de Honduras, deveria se calar em relação à Cuba, que não é lá muito democrático e que recebe seu apoio. Achei um tanto quanto americanizado esse argumento, até porque os EUA não são o maior exemplo de concordância entre retórica e ação. Mas concordo, pois há que se analisar cada caso como um caso.
Outro ponto que ele aborda, com muito respaldo, é a visita do Ahmadinejad ao Brasil em plena crise nuclear mundial.
Mais uma vez, antes de falar do Brasil, os EUA que destruam todo seu arsenal nuclear, se manifestem sobre Israel e comecem a dar um pingo de exemplo antes de apontar o dedo nos outros.
Por outro lado, é claro que o Lula se precipitou. Maior defensor da convivência pacífica, é exemplo disso, e recebe o presidente do IRÃ na maior das amizades. Bom, talvez, por um outro ângulo (distorcido?) essa possa ser uma forma diplomática de se conseguir um diálogo com aquele pessoal, quem sabe dar umas dicas sobre Direitos Humanos... Apesar de que é meio difícil convencer um homem que mata pessoas apenas por protestarem pacificamente contra fraudes eleitorais. E o Lula nem tentou muito, né, sejamos razoáveis.
Outro ponto que ele aborda, com muito respaldo, é a visita do Ahmadinejad ao Brasil em plena crise nuclear mundial.
Mais uma vez, antes de falar do Brasil, os EUA que destruam todo seu arsenal nuclear, se manifestem sobre Israel e comecem a dar um pingo de exemplo antes de apontar o dedo nos outros.
Por outro lado, é claro que o Lula se precipitou. Maior defensor da convivência pacífica, é exemplo disso, e recebe o presidente do IRÃ na maior das amizades. Bom, talvez, por um outro ângulo (distorcido?) essa possa ser uma forma diplomática de se conseguir um diálogo com aquele pessoal, quem sabe dar umas dicas sobre Direitos Humanos... Apesar de que é meio difícil convencer um homem que mata pessoas apenas por protestarem pacificamente contra fraudes eleitorais. E o Lula nem tentou muito, né, sejamos razoáveis.
Por fim, o entrevistado elogia nossa estabilidade econômica (com razão), nossos programas para ajudar aos pobres (tá no caminho mas, por favor, me dê realidade), nossas ONGs e nosso crescimento contínuo. E então ele diz: em sua política externa, (o Brasil) frequentemente se parece com um país de quarto mundo.
Leia a reportagem na íntegra:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u663607.shtml

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